{"id":409,"date":"2018-07-31T15:36:19","date_gmt":"2018-07-31T14:36:19","guid":{"rendered":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/?page_id=409"},"modified":"2026-09-05T19:14:21","modified_gmt":"2026-09-05T18:14:21","slug":"3-2-1-a-relevancia-do-trabalho-colaborativo-no-ensino-online","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo3\/3-2-a-aprendizagem-colaborativa\/3-2-1-a-relevancia-do-trabalho-colaborativo-no-ensino-online\/","title":{"rendered":"3.2.1. A relev\u00e2ncia do trabalho colaborativo no ensino online"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 meados dos anos 80 do s\u00e9culo passado, a quest\u00e3o do trabalho colaborativo no contexto da Educa\u00e7\u00e3o a Dist\u00e2ncia nem sequer se punha, por raz\u00f5es \u00f3bvias, dada a aus\u00eancia constitutiva do grupo de aprendizagem. Tendo em conta as circunst\u00e2ncias espec\u00edficas em que se desenvolviam o estudo e a aprendizagem nesta modalidade de ensino, a perspectiva pedag\u00f3gica assentava na promo\u00e7\u00e3o da auto-aprendizagem e do estudo independente, na linha do que defendiam autores fundamentais como Wedemeyer (1981), Holmberg (2001) ou Moore (1989; 1997), entre outros. A interac\u00e7\u00e3o primordial desenvolvia-se entre o estudante e os conte\u00fados, organizados segundo princ\u00edpios bem definidos de desenho instrucional, que procuravam embeber nos materiais dispositivos did\u00e1cticos que oferecessem o suporte necess\u00e1rio ao estudo e \u00e0 aprendizagem independentes, com alguma interac\u00e7\u00e3o entre o estudante e o tutor, que fornecia apoio e orienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por volta de finais da d\u00e9cada e in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, contudo, esta situa\u00e7\u00e3o alterou-se dramaticamente. Os avan\u00e7os nas Tecnologias da Informa\u00e7\u00e3o e da Comunica\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento da Internet abriram potencialidades e oportunidades ao EaD que revolucionaram, em certa medida, a forma como se concebia o ensino e a aprendizagem neste contexto, ao permitir, finalmente, a exist\u00eancia de um grupo de aprendizagem e n\u00edveis elevados e diversificados de interac\u00e7\u00e3o entre os v\u00e1rios intervenientes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Linda Harasim (1989; 2000), estas mudan\u00e7as eram suficientemente profundas para que se pudesse falar do Ensino Online como um novo dom\u00ednio educacional e como um novo paradigma na aprendizagem, baseado no trabalho colaborativo e na constru\u00e7\u00e3o partilhada do conhecimento. Para outros, como Lina Morgado (2003a; 2003b), essa mudan\u00e7a de paradigma existia, de facto, mas mantinha-se dentro do dom\u00ednio do Ensino a Dist\u00e2ncia, dado reter muitas das caracter\u00edsticas essenciais deste.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Joram Ngwenya, David Annand &amp; Eric Wang (2004) d\u00e3o-nos conta do debate que na altura se travou em torno da import\u00e2ncia da interac\u00e7\u00e3o e do di\u00e1logo no EaD, corporizado em duas vis\u00f5es distintas: por um lado, a manuten\u00e7\u00e3o da perspectiva tradicional do EaD, defendida por autores como Holmberg (2001) ou Keegan (1996), para quem as novas potencialidades tecnol\u00f3gicas n\u00e3o traziam mais do que um alargar das possibilidades de comunica\u00e7\u00e3o e de ac\u00e7\u00e3o no EaD, mantendo-se como vertente essencial nesta modalidade de ensino as no\u00e7\u00f5es de auto-aprendizagem e de estudo independente; e, por outro, a perspectiva de autores como Randy Garrison et al. (2000), para quem o debate e o di\u00e1logo eram essenciais \u00e0 aprendizagem, ou Jonassen, Davidson, Collins, Campbell e Banaan-Haag (referidos por Ngwenya, Annand &amp; Wang, 2004), para quem as novas formas de comunica\u00e7\u00e3o permitiam a constru\u00e7\u00e3o social do conhecimento entre os estudantes a dist\u00e2ncia atrav\u00e9s da interac\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta diverg\u00eancia de perspectivas parece, apesar de tudo, manter-se hoje em dia, sendo in\u00fameros os exemplos de cursos e experi\u00eancias que optam por uma ou outra abordagem, e at\u00e9 de experi\u00eancias que procuram conciliar as duas \u2013 estudo individual, independente e auto-regulado e colabora\u00e7\u00e3o entre estudantes, como \u00e9 o caso do sistema ASKS (<i>Asynchronous Knowledge Sharing<\/i>) descrito por Ngwenya, Annand &amp; Wang (2004), ou a flexibilidade referida por Robin Mason (1998; 2002; 2003) quanto ao n\u00edvel de participa\u00e7\u00e3o exigido nas discuss\u00f5es, tendo em conta as necessidades e as caracter\u00edsticas individuais dos estudantes. Parece-nos, ent\u00e3o, que esta quest\u00e3o da import\u00e2ncia do trabalho colaborativo para a aprendizagem na rede est\u00e1 dependente de uma tomada de decis\u00e3o pr\u00e9via, a saber, qual destas perspectivas se adopta, sendo que essa decis\u00e3o pode levar em linha de conta aspectos t\u00e3o diversificados como as caracter\u00edsticas do grupo-alvo, a natureza dos conhecimentos ou compet\u00eancias a adquirir ou desenvolver, os objectivos que se pretendem alcan\u00e7ar ou os meios tecnol\u00f3gicos dispon\u00edveis, entre outros factores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem j\u00e1, no entanto, v\u00e1rias contribui\u00e7\u00f5es que apontam para as vantagens da aprendizagem colaborativa face a outras abordagens, sejam elas provenientes do ensino a dist\u00e2ncia convencional ou do ensino presencial, de cariz marcadamente tradicional no que se refere \u00e0 educa\u00e7\u00e3o de adultos. O estudo realizado por Elizabeth Stacey (1999) com estudantes ao n\u00edvel de um Mestrado a dist\u00e2ncia fornece dados interessantes relativamente \u00e0 import\u00e2ncia do trabalho colaborativo no ensino online. A autora distribui os aspectos positivos identificados por duas categorias &#8211; atributos da constru\u00e7\u00e3o social do conhecimento (atrav\u00e9s da aprendizagem colaborativa) e atributos de um contexto de apoio para o comportamento colaborativo \u2013 e afirma que o estabelecimento de um ambiente de aprendizagem que inclu\u00eda apoio socio-afectivo e colaborativo motivou os estudantes e desenvolveu a sua auto-confian\u00e7a. Por outro lado, a colabora\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica na resolu\u00e7\u00e3o dos problemas relacionados com as ferramentas utilizadas contribuiu para desenvolver a coes\u00e3o do grupo e facilitar a sua gest\u00e3o, ao passo que a colabora\u00e7\u00e3o motivou os participantes para estudarem de forma efectiva e para procurarem continuar a trabalhar dessa forma no resto do curso. Assim, a autora conclui:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>Learning collaboratively through group interaction was found to be achieved through the development of a group consensus of knowledge through communicating different perspectives, receiving feedback from other students and tutors, and discussing ideas until a final negotiation of understanding was reached. In this research study, the interactive communication process was facilitated through the CMC, which established a vehicle for socially constructed learning at a distance.&nbsp;<\/i>(Stacey, 1999)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m Hiltz (1998), a partir dos estudos que realizou no&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.njit.edu\/\">New Jersey Institute of Technology<\/a>, afirma que o facto de os estudantes trabalharem em grupo, em vez de isoladamente, aumenta a motiva\u00e7\u00e3o, a percep\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de compet\u00eancias e os n\u00edveis de satisfa\u00e7\u00e3o dos estudantes. Segundo a autora, se os estudantes estudarem sozinhos online, interagindo com os conte\u00fados, o grau de efic\u00e1cia relativamente ao ensino presencial \u00e9 inferior. Contudo, a utiliza\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de trabalho colaborativo pode tornar o ensino online t\u00e3o efectivo, pelo menos, como o ensino presencial. Hiltz conclui que as abordagens colaborativas s\u00e3o mais produtivas para a aprendizagem online do que as abordagens pedag\u00f3gicas que enfatizam uma rela\u00e7\u00e3o individual do estudante com os conte\u00fados disponibilizados online, chamando a aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia do professor\/tutor na modela\u00e7\u00e3o e no encorajamento do comportamento de colabora\u00e7\u00e3o desejado, e para a necessidade de os estudantes poderem e quererem participar regularmente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Garrison, Randy; Anderson, Terry; &amp; Archer, Walter (2000). Critical Inquiry in a text-based environment: Computer conferencing in higher education.&nbsp;<em>Internet and HigherEducation<\/em>, 11(2), 1-14. Abstract dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S1096751600000166\">https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S1096751600000166<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/auspace.athabascau.ca\/handle\/2149\/739\">Full article at Athabasca University website.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Harasim, Linda (2000). Shift happens. Online education as a new paradigm in learning.<em>The Internet and Higher Education<\/em>, 3, (1), pp. 41-61. Abstract dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S1096751600000324\">https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S1096751600000324<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Linda-Harassim-Shift_happens_Online_education_as_a_new_paradigm.pdf\">Full article<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Harasim, Linda (1989). On-Line Education: A New Domain. In Robin Mason &amp; Anthony Kaye (Eds.),&nbsp;<em>Mindweave: Communication, Computers and Distance Education<\/em>, 50-62. Oxford: Pergamon Press. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/20030412061455\/icdl.open.ac.uk\/literaturestore\/mindweave\/chap4.html\" href=\"http:\/\/web.archive.org\/web\/20030412061455\/icdl.open.ac.uk\/literaturestore\/mindweave\/chap4.html\">http:\/\/web.archive.org\/web\/20030412061455\/icdl.open.ac.uk\/literaturestor&#8230;<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hiltz, Roxanne (1998). Collaborative Learning in Asynchronous Learning Networks: Building Learning Communities. Comunica\u00e7\u00e3o convidada apresentada na&nbsp;<em>WEB98<\/em>, Orlando, Florida, Novembro. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/web.njit.edu\/~hiltz\/collaborative_learning_in_asynch.htm\" href=\"http:\/\/web.njit.edu\/~hiltz\/collaborative_learning_in_asynch.htm\">http:\/\/web.njit.edu\/~hiltz\/collaborative_learning_in_asynch.htm<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Holmberg, B\u00f8rje (2001).&nbsp;<em>Distance Education in Essence. An overview of theory and practice in the early twenty-first centuary<\/em>. Oldenburg:&nbsp; Bibliotheks-und Informationssystem der Universit\u00e4t Oldenburg.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Keegan, Desmond (1996).&nbsp;<em>Foundations of Distance Education<\/em>. London: Routledge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mason, Robin (2003). Models and Methodologies in Distance Education.&nbsp;<em>Discursos: S\u00e9rie Perspectivas em Educa\u00e7\u00e3o<\/em>, 1, 90-105.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mason, Robin (2002). Effective facilitation of online learning: the Open University experience. In John Stephenson (Ed.),&nbsp;<em>Teaching and Learning Online: Pedagogies for New Technologies<\/em>. London: Kogan Page.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mason, Robin (1998). Models of Online Courses.&nbsp;<em>ALN Magazine<\/em>, 2 (2), 1-10. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/www.aln.org\/publications\/magazine\/v2n2\/mason.asp\" href=\"http:\/\/www.aln.org\/publications\/magazine\/v2n2\/mason.asp\">http:\/\/www.aln.org\/publications\/magazine\/v2n2\/mason.asp<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/journals.aau.dk\/index.php\/nlc\/article\/view\/9851\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Moore, Michael (1989). Three Types of Interaction.&nbsp;<em>The American Journal of Distance Education<\/em>, 3, (2), 1-6. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/www.ajde.com\/Contents\/vol3_2.htm#editorial\" href=\"http:\/\/www.ajde.com\/Contents\/vol3_2.htm#editorial\">http:\/\/www.ajde.com\/Contents\/vol3_2.htm#editorial<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/237404371_Three_Types_of_Interaction\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Moore, Michael (1997). Theory of transactional distance. In Desmond Keegan (Ed.),&nbsp;<em>Theoretical Principles of Distance Education<\/em>, 22-38. New York: Routledge. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/www.aged.tamu.edu\/research\/readings\/Distance\/1997MooreTransDistance.pdf\" href=\"http:\/\/www.aged.tamu.edu\/research\/readings\/Distance\/1997MooreTransDistance.pdf\">http:\/\/www.aged.tamu.edu\/research\/readings\/Distance\/1997MooreTransDistan&#8230;<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/262488021_The_Theory_of_Transactional_Distance\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Morgado, Lina (2003a).&nbsp;<em>Ensino Online: Contextos e Interac\u00e7\u00f5es<\/em>. Tese de Doutoramento. Lisboa: Universidade Aberta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Morgado, Lina (2003b). Os novos desafios do tutor a dist\u00e2ncia: o regresso ao paradigma da sala de aula.&nbsp;<em>Discursos: S\u00e9rie Perspectivas em Educa\u00e7\u00e3o<\/em>, 1, 77-90. Dispon\u00edvel em:&nbsp;<a title=\"http:\/\/www.univ-ab.pt\/~lmorgado\/pubs.htm\" href=\"http:\/\/www.univ-ab.pt\/~lmorgado\/pubs.htm\">http:\/\/www.univ-ab.pt\/~lmorgado\/pubs.htm<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.academia.edu\/145063833\/Os_Novos_Desafios_Do_Tutor_a_Dist%C3%A2ncia_O_Regresso_Ao_Paradigma_Da_Sala_De_Aula?sm=b\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ngwenya, Joram; Annand, David; &amp; Wang, Eric (2004). Supporting Asynchronous Discussions Among Online Learners. In Terry Anderson &amp; Fathi Ellourni (Eds.),&nbsp;<em>Theory and Practice of Online Learning<\/em>. Athabasca: Athabasca University. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a title=\"http:\/\/cde.athabascau.ca\/online_book\/ch13.html\" href=\"http:\/\/cde.athabascau.ca\/online_book\/ch13.html\">http:\/\/cde.athabascau.ca\/online_book\/ch13.html<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.aupress.ca\/app\/uploads\/120146_99Z_Anderson_2008-Theory_and_Practice_of_Online_Learning.pdf\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Stacey, Elizabeth (1999). Collaborative Learning in an Online Environment.\u00a0<em>Journal of Distance Education<\/em>, 14(2). Dispon\u00edvel em\u00a0<a title=\"http:\/\/www.jofde.ca\/index.php\/jde\/article\/view\/154\/379\" href=\"http:\/\/www.jofde.ca\/index.php\/jde\/article\/view\/154\/379\">http:\/\/www.jofde.ca\/index.php\/jde\/article\/view\/154\/379<\/a>\u00a0[acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.ijede.ca\/index.php\/jde\/article\/download\/154\/379?inline=1\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wedemeyer, Charles (1981).&nbsp;<em>Learning at the Back Door: Reflections on Non-Traditional Learning in the Lifespan<\/em>. Wisconsin: University of Wisconsin Press.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 meados dos anos 80 do s\u00e9culo passado, a quest\u00e3o do trabalho colaborativo no contexto da Educa\u00e7\u00e3o a Dist\u00e2ncia nem sequer se punha, por raz\u00f5es \u00f3bvias, dada a aus\u00eancia constitutiva do grupo de aprendizagem. 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