{"id":432,"date":"2018-07-31T16:23:12","date_gmt":"2018-07-31T15:23:12","guid":{"rendered":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/?page_id=432"},"modified":"2026-09-05T17:55:28","modified_gmt":"2026-09-05T16:55:28","slug":"3-3-os-grupos-as-redes-e-os-colectivos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo3\/3-3-os-grupos-as-redes-e-os-colectivos\/","title":{"rendered":"3.3. Os Grupos, as Redes e os Colectivos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em termos das formas como conceptualizamos a colabora\u00e7\u00e3o entre conjuntos de indiv\u00edduos, o e-Learning 2.0 traz consigo, naturalmente, um alargamento e diversifica\u00e7\u00e3o dos modos e contextos em que essa colabora\u00e7\u00e3o se pode desenvolver.&nbsp;<i>Groups vs Networks: The Class Struggle Continues<\/i>&nbsp;\u00e9 o t\u00edtulo de uma confer\u00eancia apresentada por Stephen Downes em 2006, na eFest, em que o autor aborda as diferen\u00e7as entre \u201cgrupos\u201d e \u201credes\u201d e a sua relev\u00e2ncia na an\u00e1lise desta quest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde logo, Downes (27-09-2006) lamenta o facto de as institui\u00e7\u00f5es educativas continuarem a ter uma atitude de desconfian\u00e7a face ao uso das tecnologias na educa\u00e7\u00e3o, nomeadamente bloqueando o acesso \u00e0s ferramentas de&nbsp;<i>networking<\/i>&nbsp;social que podem desenvolver a colabora\u00e7\u00e3o e o di\u00e1logo na rede. Diz o autor:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><em>It&#8217;s just walls all around me (&#8230;) Mostly, schools, colleges, universities have been reacting to these new technologies by blocking them (\u2026) In the longer term we have to do something more imaginative than blocking this technology. (op. cit.)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para ele, \u00e9 preciso diluir estas barreiras e deixar que os v\u00e1rios c\u00edrculos em que nos movimentamos se interpenetrem, dado que essa inter-rela\u00e7\u00e3o entre o f\u00edsico e o virtual, entre a escola e a vida, \u00e9 ben\u00e9fica e natural. Na sua perspectiva, as redes permitem ultrapassar a dicotomia indiv\u00edduo\/grupo, oferecendo um caminho alternativo que possibilita que n\u00e3o se tenha que escolher um em vez do outro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nesse sentido, existem, para Downes (op. cit.), v\u00e1rias diferen\u00e7as importantes entre&nbsp;<i>grupos<\/i>&nbsp;e&nbsp;<i>redes<\/i>, sendo a fundamental a que se reporta \u00e0 sua natureza:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>A group is elemental, defined by mass and sameness \u2013 like an ingot of metal (\u2026); A network is diverse and changing, defined by interactions \u2013 like an ecosystem. (Slide 12)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um grupo consiste numa colec\u00e7\u00e3o de entidades ou membros de acordo com a sua natureza. O que define um&nbsp;<b>grupo<\/b>\u00e9&nbsp;a qualidade que os membros possuem em comum e, tamb\u00e9m, o n\u00famero de membros nesse grupo, que \u00e9 um factor muito importante. Uma&nbsp;<b>rede<\/b>, por seu lado, \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o de entidades ou membros atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de conex\u00f5es. Aquilo que define uma rede \u00e9 a extens\u00e3o e a natureza desta conectividade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os&nbsp;<b>grupos<\/b>&nbsp;requerem lideran\u00e7a, orienta\u00e7\u00e3o e coordena\u00e7\u00e3o, e definem-se frequentemente pelos seus valores, definindo padr\u00f5es a seguir; os membros pertencem a um grupo. As tecnologias associadas incluem os Sistemas de Gest\u00e3o da Aprendizagem (<i>Learning Management Systems &#8211; LMSs<\/i>) e a norma \u201cMetadados dos Objectos de Aprendizagem\u201d (<i>Learning Objects Metadata \u2013 LOM<\/i>). Ao inv\u00e9s, as&nbsp;<b>redes<\/b>&nbsp;requerem autonomia, ou seja, que cada indiv\u00edduo actue de forma independente, de acordo com os seus valores e interesses pessoais. No seio de uma rede, os membros interagem e a coopera\u00e7\u00e3o implica uma troca m\u00fatua de valor e n\u00e3o uma rela\u00e7\u00e3o de l\u00edder e seguidor. As tecnologias associadas passam pelos e-portf\u00f3lios e pelos Ambientes Pessoais de Aprendizagem (<i>Personal Learning Environments \u2013 PLEs<\/i>).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Enquanto que nos&nbsp;<b>grupos<\/b>, dada a sua natureza&nbsp;<i>distributiva<\/i>, o valor \u2013 dinheiro, informa\u00e7\u00e3o, poder, etc. \u2013 tende a fluir a partir do centro, de uma autoridade, sendo distribu\u00eddo pelos seus membros, j\u00e1 nas redes, pela sua natureza&nbsp;<i>distribu\u00edda<\/i>, n\u00e3o existe um centro de onde flua o valor nem um&nbsp;<i>locus<\/i>&nbsp;de conhecimento. Aqui, tudo o que \u00e9 trocado e partilhado \u00e9 distribu\u00eddo pelas entidades da rede (Downes, 27-09-2006). Em s\u00edntese, e segundo o autor, podemos resumir as diferen\u00e7as deste modo:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>Groups require unity, networks require diversity. Groups require coherence, networks require autonomy. Groups require privacy or segregation, networks require openness. Groups require focus of voice, networks require interaction.&nbsp;<\/i>(Slide 7)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estes s\u00e3o conceitos que Downes explora e relativamente aos quais, embora em termos de subst\u00e2ncia se mantenha coerente, vai experimentando outras formula\u00e7\u00f5es e ampliando a reflex\u00e3o. Como ele pr\u00f3prio disse ao p\u00fablico na eFest (27-09-2006), \u201cthese are not definitions. I don\u2019t do definition[1], pois tratam-se de conceitos ainda algo inst\u00e1veis e em constante transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Instado por Stephen Downes a clarificar em que medida a perspectiva de ambos sobre esta quest\u00e3o dos grupos e das redes se aproximava ou se distanciava, Terry Anderson responde a este desafio com o texto&nbsp;<i>More on Groups versus Networks and Collectives<\/i>&nbsp;(20-10-2008) (o nome glosa uma comunica\u00e7\u00e3o apresentada no ano anterior, e que abordaremos em seguida). Nele, socorre-se de uma defini\u00e7\u00e3o sint\u00e9tica apresentada por Downes, em que este afirma:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\"><i>1. groups emphasize sameness, networks emphasize diversity<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\"><i>2. groups emphasize order and control, networks emphasize autonomy<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\"><i>3. groups emphasize borders and membership, networks emphasize openness<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\"><i>4. groups emphasize additive, cumulative knowledge, networks emphasize emergent knowledge<\/i><b>&nbsp;<\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como \u00e9 f\u00e1cil verificar, registam-se algumas diferen\u00e7as relativamente \u00e0 s\u00edntese anterior, nomeadamente o ponto 4, e \u00e9 precisamente em rela\u00e7\u00e3o a ele que Anderson manifesta discord\u00e2ncia, recuperando uma afirma\u00e7\u00e3o de Downes (27-09-2006) que explicita a vis\u00e3o que este tem do conhecimento em cada uma das entidades, e de que citamos aqui um excerto:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>Because the knowledge comes from the authority, from the center (&#8230;) the knowledge of groups is limited by the capacity of the leader to know things (&#8230;) the knowledge in a group replicates the knowledge in the individuals and it\u2019s passed on simple in a transmission communication kind of way (&#8230;) But in a network, the knowledge is emergent. The knowledge is not in any given individual, but it\u2019s a property of the network as a whole.<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Embora reconhecendo que, num contexto educativo formal, o modelo de organiza\u00e7\u00e3o comum (a turma) constitui um grupo no sentido cl\u00e1ssico, Anderson recusa-se a aceitar esta vis\u00e3o do papel do professor como mero transmissor do conhecimento, o que \u00e9 f\u00e1cil de perceber, ali\u00e1s, se nos lembramos do que escrevemos relativamente ao modelo da \u201ccomunidade de inquiri\u00e7\u00e3o\u201d de que \u00e9 co-autor. Para ele, o professor utiliza o sentido de identidade e comprometimento do grupo para, atrav\u00e9s disso, desafiar, motivar e facilitar a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento (20-10-2008). No seu caso, Anderson refere que procura que esse conhecimento seja documentado sob uma qualquer forma na rede, de modo a que possa tornar-se \u201cfodder for further group, network and collective emergence, manipulation, harvesting and aggregation.\u201d (op. cit.)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O desenvolvimento de um sentimento de compreens\u00e3o partilhada e de apoio num grupo \u00e9 uma dimens\u00e3o crucial para algumas formas de constru\u00e7\u00e3o do conhecimento, pois permite, atrav\u00e9s de uma identidade comum, criar espa\u00e7os seguros onde a aprendizagem se processe de modo efectivo. \u00c9 por isso que, no entender de Anderson (op. cit.), h\u00e1 muito maior disponibilidade para investir tempo e energia num grupo do que numa rede: num grupo, sinto-me mais respons\u00e1vel face aos membros que o constituem e tenho maior disponibilidade para me envolver no debate, no apoio aos outros membros e na partilha, o que, tanto do ponto de vista emocional, como do ponto de vista cognitivo, pode ser bastante exigente e exige um comprometimento maior.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No ano anterior, Jon Dron &amp; Terry Anderson (2007) tinham apresentado uma comunica\u00e7\u00e3o na confer\u00eancia da AACE[2]&nbsp;denominada&nbsp;<i>Collectives, Networks and Groups in Social Software for e-Learning<\/i>, em que procuravam caracterizar e sistematizar estas diferen\u00e7as a partir do impacto que o software social e as tecnologias geralmente designadas Web 2.0 estavam a ter no e-learning. O interessante na abordagem destes autores n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o facto de conceptualizarem um terceiro elemento para al\u00e9m dos grupos e das redes \u2013 os colectivos \u2013 mas, sobretudo, a proposta que avan\u00e7am em termos da aplicabilidade de estrat\u00e9gias colaborativas de aprendizagem, em contexto formal ou informal, recorrendo \u00e0s diversas ferramentas de software social, orientada pelo que designam como&nbsp;<i>n\u00edvel de granularidade<\/i>.&nbsp;Este desloca-se num continuum determinado por um conjunto de vari\u00e1veis como, por exemplo, o n\u00famero de participantes, a lideran\u00e7a formal, o grau de familiaridade entre os membros, a responsabilidade percebida perante o colectivo ou a privacidade conferida aos utilizadores (Dron &amp; Anderson, 2007). Atentemos, ent\u00e3o, com mais detalhe na contribui\u00e7\u00e3o destes autores para a discuss\u00e3o desta problem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Dron &amp; Anderson (op. cit.), os&nbsp;<b>grupos<\/b>&nbsp;definem-se, em primeiro lugar, pela pr\u00f3pria percep\u00e7\u00e3o de perten\u00e7a por parte dos seus membros e estruturam-se, geralmente, em torno de tarefas, exibindo, n\u00e3o raramente, uma organiza\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica. Exemplos t\u00edpicos s\u00e3o as turmas online, as equipas de projecto (de curto ou longo prazo) e as comunidades de interesse (<i>communities of interest<\/i>). As ferramentas mais comuns utilizadas incluem os LMSs (sistemas de gest\u00e3o da aprendizagem), tamb\u00e9m designados, no \u00e2mbito institucional, como VLEs (<i>Virtual Learning Environments<\/i>), os f\u00f3runs de discuss\u00e3o, as listas de correio electr\u00f3nico e os wikis. Num grupo, afinal, todos sabem o nosso nome.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nas&nbsp;<b>redes<\/b>, por seu turno, os indiv\u00edduos associam-se mediante interesses ou voca\u00e7\u00f5es. Elas n\u00e3o s\u00e3o, em si mesmas, inteligentes, mas os processos de agrega\u00e7\u00e3o, liga\u00e7\u00e3o e interac\u00e7\u00e3o que se desenvolvem nas e entre as redes moldam uma estrutura que facilita o seu funcionamento e organiza\u00e7\u00e3o. As pessoas podem conectar-se com outras pessoas de forma directa ou indirecta, mas podem n\u00e3o ter uma no\u00e7\u00e3o clara da dimens\u00e3o e complexidade da rede, pelo menos numa primeira fase, at\u00e9 porque, enquanto sistemas org\u00e2nicos e fluidos, as redes est\u00e3o em permanente muta\u00e7\u00e3o. O sentimento de comprometimento ou responsabilidade que os membros de uma rede experimentam uns relativamente aos outros n\u00e3o \u00e9 forte, mas s\u00e3o geralmente levados a contribuir, seja para aumentar a sua reputa\u00e7\u00e3o pessoal, seja com o intuito de criar recursos que tenham um valor superior \u00e0quilo que um&nbsp;indiv\u00edduo ou grupo poderiam conseguir (Zarb, 2006, referido por Dron &amp; Anderson, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O software social desenvolvido para suportar estas funcionalidades inclui perfis pessoais, que identificam gostos, interesses e compet\u00eancias, blogues e formas de agrega\u00e7\u00e3o (rss\/<i>syndication<\/i>), de modo a que a informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel e o valor produzido possam orientar-se para responder \u00e1s necessidades reais dos utilizadores dessa rede. O MySpace e o Facebook s\u00e3o os dois maiores exemplos, segundo estes autores, de ferramentas de software social. Neste particular, e comparando esta perspectiva com a de Downes, que j\u00e1 referimos, parece-nos existir aqui uma no\u00e7\u00e3o de \u201crede\u201d demasiado limitada e restrita, mais orientada para os elementos de suporte (as aplica\u00e7\u00f5es, os espa\u00e7os que estas constroem) do que para a conceptualiza\u00e7\u00e3o de uma experi\u00eancia individual na conex\u00e3o com outros atrav\u00e9s de uma grande variedade de formas e de contextos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O elemento novo introduzido por Dron &amp; Anderson (op. cit.) s\u00e3o os&nbsp;<b>colectivos<\/b>, definidos como agrega\u00e7\u00f5es ou conjuntos formados a partir das ac\u00e7\u00f5es de indiv\u00edduos que se v\u00eaem a si pr\u00f3prios, em primeiro lugar, como n\u00e3o fazendo parte nem de um grupo nem de uma rede. Tal como acontece com as redes, a forma dos colectivos tamb\u00e9m \u00e9 emergente e n\u00e3o desenhada. Alguns dos comportamentos mais t\u00edpicos incluem a forma\u00e7\u00e3o de&nbsp;<i>tag clouds<\/i>[3], a ordena\u00e7\u00e3o de resultados nas buscas do Google, recomenda\u00e7\u00f5es de filtros colaborativos ou navega\u00e7\u00e3o social em v\u00e1rios sistemas sociais com base na utiliza\u00e7\u00e3o anterior, avalia\u00e7\u00e3o ou aquilo que os autores designam como &#8220;<a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stigmergy\">stigmergic indicators<\/a>\u201d[4]&nbsp;(op. cit.: 3).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os colectivos s\u00e3o, de certo modo, inteligentes, no sentido em Surowiecki (2004) conceptualizou com a sua&nbsp;<i>Wisdom of Crowds.<\/i>&nbsp;Em determinadas circunst\u00e2ncias e para certos tipos de conhecimento, o comportamento m\u00e9dio ou agregado de muitos agentes inteligentes pode ser mais preciso, completo ou adequado do que o de qualquer agente individual (Dron &amp; Anderson, 2007).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No quadro que apresentamos em seguida, Dron &amp; Anderson sintetizam algumas propostas de utiliza\u00e7\u00e3o do&nbsp;<i>software<\/i>social na aprendizagem, tendo em conta o referido n\u00edvel de granularidade (grupo, rede e colectivo):<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><td>\n<div align=\"center\"><\/div>\n<\/td><td>\n<div align=\"center\"><b>Grupo<\/b><\/div>\n<\/td><td>\n<div align=\"center\"><b>Rede<\/b><\/div>\n<\/td><td>\n<div align=\"center\"><b>Colectivo<\/b><\/div>\n<\/td><\/tr><tr><td><b>Actividade<\/b><\/td><td>Projectos Colaborativos<\/td><td>Discuss\u00f5es e Pesquisas de bases de dados (<i>queries<\/i>)<\/td><td>Prospec\u00e7\u00e3o de dados, submiss\u00e3o individual, busca e&nbsp;pesquisas de bases de dados (<i>queries<\/i>)<\/td><\/tr><tr><td><b>Ferramentas sociais comuns<\/b><\/td><td>Discuss\u00f5es em f\u00f3rum, chats.<\/td><td>Listas de correio electr\u00f3nico e agrega\u00e7\u00e3o de blogues.<\/td><td>Motores de busca, rede social &nbsp;(MySpace, 43 Things etc)<\/td><\/tr><tr><td><b>Objectivos<\/b><\/td><td>Acredita\u00e7\u00e3o e aprendizagem formal<\/td><td>Gera\u00e7\u00e3o de conhecimento<\/td><td>Extrac\u00e7\u00e3o de &nbsp;conhecimento<\/td><\/tr><tr><td><b>Per\u00edodo de tempo<\/b><\/td><td>Semestre<\/td><td>Tempo real e assincronia de &nbsp;curto prazo (<i>short term asynchrony<\/i>)<\/td><td>Assincronia de longo prazo (l<i>ong<\/i>&nbsp;<i>term asynchrony<\/i>)<\/td><\/tr><tr><td><b>Comprometimento com a participa\u00e7\u00e3o<\/b><\/td><td>Alto; avalia\u00e7\u00e3o frequente<\/td><td>M\u00e9dio; consoante necess\u00e1rio para um e para alguns<\/td><td>M\u00e9dio; consoante necess\u00e1rio para um<\/td><\/tr><tr><td><b>Motiva\u00e7\u00e3o para contribuir<\/b><\/td><td>Externa<\/td><td>Reputa\u00e7\u00e3o profissional<\/td><td>Apenas como um produto do uso individual<\/td><\/tr><tr><td><b>Met\u00e1fora<\/b><\/td><td>\u201cSala de aula virtual\u201d<\/td><td>\u201cComunidades virtuais de pr\u00e1tica\u201d<\/td><td>\u201cSabedoria das multid\u00f5es (<i>wisdom of crowds<\/i>)\u201d<\/td><\/tr><tr><td><b>Expectativa de ajuda<\/b><\/td><td>Alta; frequentemente depend\u00eancia m\u00fatua<\/td><td>M\u00e9dia;&nbsp;<i>ethos<\/i>&nbsp;de partilha e de&nbsp;<i>share-alike<\/i><\/td><td>Baixa\/Nenhuma; agrega\u00e7\u00e3o inconsciente<\/td><\/tr><tr><td><b>Formas de comunica\u00e7\u00e3o<\/b><\/td><td>Um para um, um para alguns, alguns para muitos, alguns para alguns<\/td><td>Um para muitos, muitos para um, alguns para um, muitos para um, alguns par alguns<\/td><td>Muitos para muitos, muitos para alguns, muitos para um, alguns para um, alguns para alguns.<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Quadro 3 &#8211; Usos do software social na aprendizagem. Dron &amp; Anderson (2007).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m destas propostas, os autores procuram, ainda, sistematizar algumas estrat\u00e9gias de utiliza\u00e7\u00e3o que, em seu entender, podem aproveitar as potencialidades fornecidas pelo software social e a pr\u00f3pria cultura actual da Internet e, assim, promover aprendizagens de alta qualidade com efici\u00eancia de custos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Estrat\u00e9gias para&nbsp;<i>Grupos<\/i><\/b><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Usar ferramentas s\u00edncronas (video e audioconfer\u00eancia) e explorar a presen\u00e7a social acrescida presente nos ambientes imersivos;<\/li>\n\n\n\n<li>Utilizar plataformas poderosas, como o Moodle, que podem servir como base para os grupos e ligar-se, com facilidade, a outras ferramentas colaborativas de partilha e de produ\u00e7\u00e3o;<\/li>\n\n\n\n<li>Promover \/ apoiar standards e ferramentas como a Open ID, que permitam o controlo de acesso ao grupo e aos seus conte\u00fados de forma simples e transparente;<\/li>\n\n\n\n<li>Recorrer a versionamento e ao desenvolvimento e implementa\u00e7\u00e3o de ferramentas de gest\u00e3o de conte\u00fados e de know-how para que os produtos do grupo sejam facilmente distribu\u00eddos a diferentes audi\u00eancias;<\/li>\n\n\n\n<li>Usar ferramentas que recorram a metadados com muita informa\u00e7\u00e3o e a indicadores de navega\u00e7\u00e3o como as que se podem encontrar na argumenta\u00e7\u00e3o colaborativa apoiada no computador (Buckingham-Shum, Motta, &amp; Domingue, 1999, referidos por Dron &amp; Anderson, 2007).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b>Estrat\u00e9gias para&nbsp;<i>Redes<\/i><\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dada a grande variedade de redes em que os indiv\u00edduos podem participar, a efic\u00e1cia da aprendizagem depende, em grande medida, de ferramentas que permitam gerir, filtrar e controlar a informa\u00e7\u00e3o. As recomenda\u00e7\u00f5es espec\u00edficas que Dron &amp; Anderson (op. cit.) fazem s\u00e3o as seguintes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Usar conjuntos de ferramentas de alta qualidade que permitam encontrar, integrar, formar e apoiar redes novas ou existentes, bem como os seus arquivos;<\/li>\n\n\n\n<li>Desenvolver e implementar ferramentas que permitam o controlo individual de filtros de rede (network filters);<\/li>\n\n\n\n<li>Apoiar a implementa\u00e7\u00e3o de redes, quer na Internet p\u00fablica, quer em intranets fechadas, de modo a favorecer o desenvolvimento de diferentes tipos de redes;<\/li>\n\n\n\n<li>Apoiar a identifica\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o e anota\u00e7\u00e3o de recursos por parte dos membros da rede, a n\u00edvel individual ou em colabora\u00e7\u00e3o com outros membros;<\/li>\n\n\n\n<li>Tal como acontece com os colectivos, o parcelamento \u00e9 ben\u00e9fico para as redes. \u00c9 importante que numa rede maior, conectada de modo mais fraco, possam desenvolver-se n\u00facleos mais pequenos e com conex\u00f5es mais fortes. Quando existem demasiadas conex\u00f5es, a navega\u00e7\u00e3o torna-se demasiado complexa e de dif\u00edcil navega\u00e7\u00e3o, anulando muitos dos benef\u00edcios que as redes podem fornecer. Estas podem so\u00e7obrar e dispersar-se em grupos, perdendo a sua adaptabilidade e a sua capacidade para absorver novas ideias e novos membros.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><b><br>\nEstrat\u00e9gias para&nbsp;<i>Colectivos<\/i><\/b><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com a Web 2.0 e a emerg\u00eancia da web sem\u00e2ntica, as estrat\u00e9gias para apoiar o uso e a adop\u00e7\u00e3o de ferramentas e pr\u00e1ticas que explorem as potencialidades dos&nbsp;<i>colectivos<\/i>&nbsp;s\u00e3o especialmente importantes. Algumas das estrat\u00e9gias mais importantes incluem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Aumentar a visibilidade, compatibilidade e vantagem relativa percebida por professores e utilizadores;<\/li>\n\n\n\n<li>Assegurar altos n\u00edveis de literacia e efic\u00e1cia colectivas;<\/li>\n\n\n\n<li>Promover a contribui\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas para aumentar o capital social individual, mas tamb\u00e9m fortalecer a imagem institucional;<\/li>\n\n\n\n<li>Apoiar o uso de conhecimento colectivo em grupos e redes organizacionais;<\/li>\n\n\n\n<li>Apoiar o acesso a conhecimento colectivo fora da organiza\u00e7\u00e3o no hor\u00e1rio laboral;<\/li>\n\n\n\n<li>Apoiar a recolha activa de conhecimento colectivo no sentido de identificar amea\u00e7as e oportunidades para a organiza\u00e7\u00e3o e para os indiv\u00edduos;<\/li>\n\n\n\n<li>Assegurar que os membros do colectivo partilham objectivos e interesses suficientes para produzir informa\u00e7\u00e3o com utilidade. Geralmente, isso implica uma qualquer forma de parcelamento ou agrega\u00e7\u00e3o emergentes (n\u00e3o desenhadas).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em s\u00edntese, os autores concluem que, para se aproveitar ao m\u00e1ximo os benef\u00edcios do software social, \u00e9 fundamental compreender as diferentes din\u00e2micas das diversas ferramentas e os v\u00e1rios contextos em que podem ser utilizadas (Dron &amp; Anderson, 2007).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Notas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[1]&nbsp;Adicionando, n\u00e3o sem alguma ironia: \u201cI don&#8217;t want somebody coming along like five years from now and saying, &#8220;Stephen Downes defines a network&#8221;. I&#8217;m just trying to give you some words to give you kind of a mental picture of what I think this is, and I won&#8217;t be bound by these words.\u201d Como ainda n\u00e3o passaram sequer 3 anos, creio que teremos desculpa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[2]&nbsp;Association for the Advancement of Computing in Education, site em&nbsp;<a title=\"http:\/\/www.aace.org\/\" href=\"http:\/\/www.aace.org\/\">http:\/\/www.aace.org\/<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[3]&nbsp;\u00c0 letra, \u201cnuvens de etiquetas\u201d. Uma nuvem de etiquetas re\u00fane um conjunto de etiquetas (<i>tags<\/i>) utilizadas numa p\u00e1gina ou site&nbsp;<i>web<\/i>&nbsp;e organiza-as visualmente, atrav\u00e9s de diferentes tamanhos de fonte, proporcionalmente relacionados com a frequ\u00eancia com que cada etiqueta \u00e9 utilizada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">[4] Indicadores stigm\u00e9rgicos. A stigmergia pode definir-se como um mecanismo de coordena\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea e indirecta entre agentes ou ac\u00e7\u00f5es, em que as marca deixada no ambiente por uma ac\u00e7\u00e3o estimulam a realiza\u00e7\u00e3o de uma ac\u00e7\u00e3o ulterior pelo mesmo agente ou por um agente diferente.&nbsp;\u00c9 uma forma de auto-organiza\u00e7\u00e3o e produz estruturas complexas, aparentemente inteligentes, sem necessidade de planeamento, controlo ou, at\u00e9, comunica\u00e7\u00e3o entre os agentes. Enquanto tal, suporta a colabora\u00e7\u00e3o eficiente entre agentes extremamente simples, que n\u00e3o t\u00eam mem\u00f3ria, intelig\u00eancia ou, at\u00e9, consci\u00eancia uns dos outros (traduzido do artigo da Wikip\u00e9dia em Ingl\u00eas &#8211;&nbsp;<a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stigmergy\">http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Stigmergy<\/a>). Para uma defini\u00e7\u00e3o mais aprofundada e de maior autoridade cient\u00edfica e acad\u00e9mica, consultar o artigo de Leonel Moura e Henrique Garcia Pereira&nbsp;<i>Aprendendo com a Stigmergia, a Auto-Organiza\u00e7\u00e3o e as Redes de Coopera\u00e7\u00e3o<\/i>&nbsp;(2004), dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.nonio.uminho.pt\/challenges\/05comunicacoes\/Tema9\/04LeonelMoura.pdf\">http:\/\/www.nonio.uminho.pt\/challenges\/05comunicacoes\/Tema9\/04LeonelMoura.pdf<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anderson, Terry (20-10-2008). More on Groups versus Networks and Collectives.&nbsp;<i>Virtual Canuck<\/i>. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"https:\/\/virtualcanuck.ca\/2008\/10\/20\/more-on-groups-versus-networks-and-collectives\/\">https:\/\/virtualcanuck.ca\/2008\/10\/20\/more-on-groups-versus-networks-and-collectives\/<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008; liga\u00e7\u00e3o atualizada 12-12-2025]. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anderson, Terry (30-04-2007). On Groups, Networks and Collectives.&nbsp;<i>Virtual Canuck<\/i>. Dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"https:\/\/virtualcanuck.ca\/2007\/04\/30\/on-groups-networks-and-collectives\/\">https:\/\/virtualcanuck.ca\/2007\/04\/30\/on-groups-networks-and-collectives\/<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008; liga\u00e7ao atualizada 12-12-2025].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (27-09-2006). Groups vs Networks: The Class Struggle Continues. Comunica\u00e7\u00e3o feita no \u00e2mbito da&nbsp;<i>eFest<\/i>, Wellington, Nova Zel\u00e2ndia. Transcri\u00e7\u00e3o, \u00e1udio e slides dispon\u00edveis em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/53\">http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/53<\/a>&nbsp;[acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dron, Jon &amp; Anderson, Terry (2007). Collectives, Networks and Groups in Social Software for e-Learning. In G. Richards (Ed.),\u00a0<i>Proceedings of World Conference on eLearning in Corporate, Government, Healthcare, and Higher Education 2007<\/i>, 2460-2467. Chesapeake, VA: AACE. Dispon\u00edvel em <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/205976723_Collectives_networks_and_groups_in_social_software_for_e-Learning.\">https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/205976723_Collectives_networks_and_groups_in_social_software_for_e-Learning.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em termos das formas como conceptualizamos a colabora\u00e7\u00e3o entre conjuntos de indiv\u00edduos, o e-Learning 2.0 traz consigo, naturalmente, um alargamento e diversifica\u00e7\u00e3o dos modos e contextos em que essa colabora\u00e7\u00e3o se pode desenvolver.&nbsp;Groups vs Networks: The Class Struggle Continues&nbsp;\u00e9 o t\u00edtulo de uma confer\u00eancia apresentada por Stephen Downes em 2006, na eFest, em que o &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo3\/3-3-os-grupos-as-redes-e-os-colectivos\/\">Continue reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":394,"menu_order":3,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-432","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/Pa84sl-6Y","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/432","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=432"}],"version-history":[{"count":14,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/432\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1084,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/432\/revisions\/1084"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/394"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=432"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}