{"id":470,"date":"2018-07-31T22:20:44","date_gmt":"2018-07-31T21:20:44","guid":{"rendered":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/?page_id=470"},"modified":"2026-09-05T17:52:19","modified_gmt":"2026-09-05T16:52:19","slug":"5-1-origens-e-fundamentos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-1-origens-e-fundamentos\/","title":{"rendered":"5.1. Origens e Fundamentos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A no\u00e7\u00e3o (ou no\u00e7\u00f5es) de <i>Personal Learning Environment<\/i> (Ambiente Pessoal de Aprendizagem) representa, de certa forma, o convergir de muitos dos aspectos que temos vindo a referir no que toca \u00e0s mudan\u00e7as sociais e culturais provocadas pelo desenvolvimento tecnol\u00f3gico, nomeadamente com a Web 2.0, e que acabam por ter, inevitavelmente, um forte impacto na educa\u00e7\u00e3o e na concep\u00e7\u00e3o da aprendizagem. Os PLEs representam, se quisermos, uma busca para operacionalizar nestas \u00e1reas os princ\u00edpios do e-Learning2.0, do poder e autonomia do utilizador \/ aprendente, da abertura, da colabora\u00e7\u00e3o e da partilha, da aprendizagem permanente e ao longo da vida, da import\u00e2ncia e valor da aprendizagem informal, das potencialidades do software social, da rede como espa\u00e7o de socializa\u00e7\u00e3o, de conhecimento e de aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O e-learning num impasse, burocratizado, na forma de objectos de aprendizagem servidos em Sistemas de Gest\u00e3o da Aprendizagem (<i>Learning Management Systems<\/i> &#8211; LMSs) ou Ambientes Virtuais de Aprendizagem (<i>Virtual Learning Environments <\/i>\u2013 VLEs) fechados e veiculando vis\u00f5es tradicionais do ensino e da aprendizagem de que falava Downes (16-10-2005) n\u00e3o respondia, de forma alguma, \u00e0s novas necessidades dos aprendentes\/utilizadores, nem \u00e0 nova realidade emergente. A ideia dos PLEs ter\u00e1 aparecido pela primeira vez, segundo reporta o wiki do CETIS[1], num artigo de Bill Olivier &amp; Oleg Liber escrito em 2001 e intitulado <i>Lifelong learning: the need for portable personal learning environments and supporting interoperability standards<\/i>. Nele, Olivier &amp; Liber propunham, segundo Severance et al. (01-04-2008), a integra\u00e7\u00e3o dos contextos institucionais de aprendizagem com um modelo <i>peer-to-peer<\/i> que se centrasse na aprendizagem pessoal e ao longo da vida. Este artigo destinava-se \u00e0 participa\u00e7\u00e3o numa confer\u00eancia internacional a realizar em It\u00e1lia, no in\u00edcio de 2002, mas foi retirado por nenhum dos seus autores poder estar presente (CETIS). Contudo, as ideias a\u00ed avan\u00e7adas foram-se disseminando e ganhando suficiente import\u00e2ncia para, em 2004, este conceito ser o tema de uma sess\u00e3o numa confer\u00eancia sobre interoperabilidade organizada pelo JISC em Oxford, no Reino Unido (Severance et al., op. cit.). O CETIS acabaria por ser financiado pelo JISC para elaborar um modelo de refer\u00eancia e de especifica\u00e7\u00e3o do PLE, bem como um prot\u00f3tipo de implementa\u00e7\u00e3o. O projecto decorreu entre Agosto de 2005 e Julho de 2006[2], e foram produzidas duas aplica\u00e7\u00f5es \u2013 o PLEW (servidor) e o PLEX (<i>desktop<\/i>) (CETIS).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Wilson et al. (19-09-2006; 07-2007), os erros graves de design inerentes aos sistemas modulares dos VLEs, que promoviam uma experi\u00eancia isolada do mundo, podiam ser ultrapassados pelo enfoque num novo tipo de padr\u00e3o \u2013 o <i>Personal Learning Environment<\/i> &#8211; assente nas pr\u00e1ticas dos utilizadores relativamente \u00e0 aprendizagem com diversas tecnologias. A necessidade de encontrar pontes entre as aprendizagens formal e informal e de cumprir os objectivos da aprendizagem ao longo da vida, permitindo ao utilizador integrar as suas experi\u00eancias em v\u00e1rios contextos, conjugada com as formas emergentes de software social e do novo paradigma da Web como plataforma tecnol\u00f3gica questionavam, definitivamente, a hegemonia dos VLEs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para Stephen Brown (09-07-2008), a Web 2.0 parece propiciar uma infra-estrutura ideal para que se concretize a vis\u00e3o que Ivan Illich desenvolveu h\u00e1 quase 40 anos, em <i>Deschooling Society<\/i>, das <i>learning webs<\/i> (redes de aprendizagem). Estas redes, na perspectiva de Illich (1970), deviam apoiar a aprendizagem em quatro tipos de objectivos: o acesso a objectos educacionais que dessem suporte \u00e0 aprendizagem formal; o interc\u00e2mbio de compet\u00eancias, em que as pessoas poderiam anunciar a sua disponibilidade e compet\u00eancias; o encontro de pares, em que seria poss\u00edvel localizar outras pessoas dispon\u00edveis para colaborar; e o acesso a educadores profissionais, em vez de programas educacionais ou institui\u00e7\u00f5es educativas. Segundo Brown, a Web 2.0 tem o potencial para mudar radicalmente a natureza do ensino e da aprendizagem e, atrav\u00e9s da cria\u00e7\u00e3o de redes de aprendizagem controladas pelos aprendentes, questionar o papel tradicional das institui\u00e7\u00f5es educativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na perspectiva de George Siemens (07-12-2008), os PLEs devem a sua exist\u00eancia ao desenvolvimento de tecnologias que se centram na interac\u00e7\u00e3o social e na colabora\u00e7\u00e3o, caracter\u00edsticas da Web 2.0.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Terry Anderson (26-01-2007), na comunica\u00e7\u00e3o apresentada na confer\u00eancia online sobre PLEs, promovida por George Siemens na Universidade de Manitoba em Janeiro de 2007, refere a escolha da revista Time para personalidade do ano em 2006 \u2013 <i>You<\/i>[3] \u2013 para, a partir da\u00ed, tentar caracterizar um novo p\u00fablico no dom\u00ednio da educa\u00e7\u00e3o e da forma\u00e7\u00e3o. Esta \u201cpersonalidade do ano\u201d, segundo o autor, quer aprender, desloca-se continuamente entre o mundo online e o mundo f\u00edsico, est\u00e1 a aprender a reconhecer e a exigir qualidade quando investe na sua aprendizagem, sabe que existem muitos caminhos para a aprendizagem e usa uma grande variedade de ferramentas de informa\u00e7\u00e3o e de comunica\u00e7\u00e3o. Neste sentido, \u00e9 fundamental melhorar continuamente a qualidade das condi\u00e7\u00f5es de aprendizagem, encarando a Educa\u00e7\u00e3o como uma experi\u00eancia acad\u00e9mica, individual e social, e dando a quem aprende controlo e liberdade nessa experi\u00eancia, aspectos cruciais na aprendizagem e na educa\u00e7\u00e3o ao longo da vida no s\u00e9culo XXI (op. cit.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As potencialidades existentes (designadas por <i>affordances<\/i>) em 3 dom\u00ednios \u2013 as enormes quantidades de conte\u00fados dispon\u00edveis (abertos, interactivos, personaliz\u00e1veis); as comunica\u00e7\u00f5es de alta qualidade e baixo custo (multis\u00edncronas, m\u00f3veis, embebidas, disseminadas); e os agentes (alertas do Google, RSS, etc.) \u2013 estimulam uma cultura participat\u00f3ria e obrigam a uma expans\u00e3o da aprendizagem dos contextos educativos tradicionais para um que estimule, facilite, recompense e avalie a aprendizagem \u201canytime, anyplace, anywhere, for any reason\u201d (op. cit.: Slide 27).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"273\" height=\"208\" data-attachment-id=\"471\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-1-origens-e-fundamentos\/fig_7_aff_sem_web\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_7_aff_sem_web.png\" data-orig-size=\"273,208\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"fig_7_aff_sem_web\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_7_aff_sem_web.png\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_7_aff_sem_web.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-471\" style=\"aspect-ratio:1.3120567375886525;width:370px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Figura 7 &#8211; Affordances of the Educational Semantic Web. Terry Anderson (26-03-2007: Slide 12). <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta aprendizagem desenvolvida atrav\u00e9s de redes e comunidades (de pr\u00e1ticas, de inquiri\u00e7\u00e3o) e consubstanciada num <i>Personal Learning Environment<\/i> encontra, de acordo com Anderson (op. cit.), uma base pedag\u00f3gica forte no Conectivismo de Siemens (12-12-2004), na Comunidade de Inquiri\u00e7\u00e3o (<i>Community of Inquiry<\/i>) de Garrison &amp; Anderson (2003), na Aprendizagem Virtual Integrada e na Pedagogia da Proximidade de Mejias (2005), na Constru\u00e7\u00e3o e Partilha de Artefactos por parte dos aprendentes de Collis &amp; Moonen (2001), e nos Novos Ambientes de Aprendizagem de John Seely Brown (2006).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m para Dave Cormier (03-12-2008), \u00e9 preciso encontrar outra respostas adequadas \u00e0 sociedade actual:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>We are in a post-knowledge-scarcity society and the VLE as it is currently conceived is still designed for transmitting knowledge scarcity.<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Trabalhar em ambientes fechados \u2013 <i>walled gardens<\/i> \u2013 como o Moodle ou o Blackboard obriga as pessoas a fazer c\u00f3pias de todos os conte\u00fados que considerem relevantes, impedindo-as, por outro lado, de usar o seu trabalho para construir uma rede que exista para al\u00e9m do final do curso e, dessa forma, construir um corpo de trabalho que&nbsp;possam referenciar (op. cit.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na perspectiva de Mark van Harmelen (08-2006), que tem desenvolvido um trabalho de grande relev\u00e2ncia nesta \u00e1rea, podemos identificar tr\u00eas grandes raz\u00f5es que fundamentam os PLEs:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\">1) a necessidade, em termos da aprendizagem ao longo da vida, de um sistema que ofere\u00e7a \u00e0s pessoas uma interface padr\u00e3o com os diversos sistemas de e-learning das diferentes institui\u00e7\u00f5es, permitindo construir e manter um portf\u00f3lio entre institui\u00e7\u00f5es;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\">2) uma resposta \u00e0s abordagens pedag\u00f3gicas que postulam que os sistemas de e-learning devem estar sob o controlo dos aprendentes;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent1 wp-block-paragraph\">3) as necessidades destes, que preferem, por vezes, trabalhar offline. Deste ponto de vista, o PLE seria o sistema de e-learning de um utilizador individual, fornecendo-lhe acesso a uma grande variedade de recursos de aprendizagem, por um lado, e permitindo, por outro, o acesso a aprendentes e professores que usam outros PLEs ou VLEs.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A abordagem educativa que impulsiona o desenvolvimento dos PLEs, segundo van Harmelen (04-2008), perspectiva os aprendentes como tendo&nbsp;o poder de definir e controlar a sua aprendizagem, caracterizando-se por ser \u201cself-directed (\u2026) autonomous or independent learners\u201d (35). Em termos pedag\u00f3gicos, encontra o seu fundamento no socioconstrutivismo, que postula que o conhecimento \u00e9 criado pelos aprendentes no contexto da interac\u00e7\u00e3o social e como resultado desta, e no construcionismo de Papert, pela constru\u00e7\u00e3o de artefactos por parte do aprendente para consumo p\u00fablico, sem deixar contudo de admitir que os PLEs podem ser implementados segundo diferentes arquitecturas e com funcionalidades interactivas diferentes, de modo a suportarem diversas abordagens pedag\u00f3gicas (op. cit.).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em <i>Personal Learning Environments &#8211; the future of e-Learning?<\/i> (01-2007) e no posterior <i>Integrating personal learning and working environments<\/i> (11-2008), com Cristina Costa, Graham Attwell congrega muitas destas ideias, com enfoque especial na relev\u00e2ncia da aprendizagem informal, da aprendizagem ao longo da vida e da autonomia e responsabilidade do indiv\u00edduo na sua aprendizagem e na constru\u00e7\u00e3o de conhecimento e conte\u00fados. Atrav\u00e9s das ferramentas de software<i> social<\/i> dispon\u00edveis, os aprendentes podem agregar as aprendizagens desenvolvidas em diferentes contextos (formais e informais) e a partir de diferentes fontes e manter um registo das mesmas, em portf\u00f3lios que podem ser organizados e disponibilizados de formas diferentes. A promessa dos PLEs seria, assim, para al\u00e9m desta capacidade de integra\u00e7\u00e3o e partilha da aprendizagem e do conhecimento, a de proporcionar o acesso \u00e0 tecnologia educativa de todos os interessados em organizar a sua aprendizagem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Notas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">1] O CETIS (<i>Centre for Educational Technology and Interoperability Standards<\/i> \u2013<a href=\"http:\/\/wiki.cetis.ac.uk\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/cetis.ac.uk<\/a>) \u00e9 um centro de investiga\u00e7\u00e3o no Reino Unido financiado pelo JISC (<i>Joint Information Systems Committee<\/i>). <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20081216010856\/http:\/\/jisc.cetis.ac.uk\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">2] Este projecto foi desenvolvido no \u00e2mbito do CETIS por uma equipa da Universidade de Bolton, Reino Unido, constitu\u00edda por Phil Beauvoir, Mark Johnson, Oleg Liber, Colin Milligan, Paul Sharples e Scott Wilson, O relat\u00f3rio do projecto (bem como outras informa\u00e7\u00f5es relevantes relativas ao mesmo) encontra-se dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/wiki.cetis.ac.uk\/Ple\">http:\/\/wiki.cetis.ac.uk\/Ple<\/a>. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20160729194310\/http:\/\/wiki.cetis.ac.uk\/Ple\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">3] \u201cTu\u201d, \u201cVoc\u00ea\u201d, \u201cVoc\u00eas\u201d ou os mais formais \u201cO senhor\u201d, \u201cA senhora\u201d, \u201cV\u00f3s\u201d s\u00e3o tudo tradu\u00e7\u00f5es poss\u00edveis deste termo ingl\u00eas. Dado o contexto, no entanto, parece-nos que a inten\u00e7\u00e3o aqui seria dirigida a uma pessoa singular: a capa continha uma superf\u00edcie espelhada em que o leitor se via reflectido.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anderson, Terry (26-01-2007). Personalized learning Systems and you. <i>PLE Conference<\/i>. Universidade de Manitoba. Slides dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/www.umanitoba.ca\/learning_technologies\/plesymposium\/PersonalizedlearningSystemsandyou.ppt\">http:\/\/www.umanitoba.ca\/learning_technologies\/plesymposium\/PersonalizedlearningSystemsandyou.ppt<\/a> [acedido em 15-12-2008] e v\u00eddeo dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/media.cc.umanitoba.ca:8080\/ramgen\/academic_support\/ltc\/ple\/keynote.rm\">http:\/\/media.cc.umanitoba.ca:8080\/ramgen\/academic_support\/ltc\/ple\/keynote.rm<\/a> [acedido em 15-12-2008]. L<a href=\"https:\/\/youtu.be\/NbL0EdpOaLg?si=MzyjCDQkcTfxqWzd\">iga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Attwell, Graham (01-2007). Personal Learning Environments &#8211; the future of e-Learning? <i>eLearning Papers<\/i>, 2(1). Dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.elearningeuropa.info\/files\/media\/media11561.pdf\">http:\/\/www.elearningeuropa.info\/files\/media\/media11561.pdf<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/228350341_Personal_Learning_Environments-the_future_of_eLearning\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Attwell, Graham &amp; Costa, Cristina (11-2008). Integrating personal learning and working environments. <i>Pontydysgu &#8211; Bridge to Learning<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.pontydysgu.org\/research\/working-and-learning\/\">http:\/\/www.pontydysgu.org\/research\/working-and-learning\/<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/strathprints.strath.ac.uk\/43308\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Brown, Stephen (09-07-2008). From VLEs to learning webs: the implications of Web 2.0 for learning and teaching. <i>Interactive Learning Environments<\/i>. Informa\u00e7\u00e3o e <i>abstract<\/i> dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820802158983\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820802158983<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cormier, Dave (03-12-2008). How PLEs make sense to me. <i>Dave\u2019s Educational Blogue<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/davecormier.com\/edblog\/2008\/12\/03\/how-ples-make-sense-to-me-intro-to-emerging-tech-week-3\/\">http:\/\/davecormier.com\/edblog\/2008\/12\/03\/how-ples-make-sense-to-me-intro-to-emerging-tech-week-3\/<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (16-10-2005). e-Learning 2.0. <i>eLearn Magazine<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/elearnmag.acm.org\/featured.cfm?aid=1104968\">http:\/\/elearnmag.acm.org\/featured.cfm?aid=1104968<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Illich, Ivan (1970). <i>Deschooling Society<\/i>. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.davidtinapple.com\/illich\/1970_deschooling.html\">http:\/\/www.davidtinapple.com\/illich\/1970_deschooling.html<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Severance, Charles; Hardin, Joseph; &amp; Whyte, Anthony (04-2008). The coming functionality mash-up in Personal Learning Environments. <i>Interactive Learning Environments<\/i>, 16(1), 47 \u2014 62. Informa\u00e7\u00e3o e a<i>bstract<\/i> dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772694\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772694<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Siemens, George (07-12-2008). Systematization of Education: Room for PLEs? <i>Learning Technologies Centre Research Blog<\/i>. Universidade de Manitoba. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/ltc.umanitoba.ca\/wordpress\/2008\/12\/systematization-of-education-room-for-ples\/\">http:\/\/ltc.umanitoba.ca\/wordpress\/2008\/12\/systematization-of-education-room-for-ples\/<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20090508163752\/http:\/\/ltc.umanitoba.ca\/wordpress\/2008\/12\/systematization-of-education-room-for-ples\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">van Harmelen, Mark (04-2008). Design trajectories: four experiments in PLE implementation. <i>Interactive Learning Environments,<\/i>16(1), 35 \u2014 46. Informa\u00e7\u00e3o e <i>abstract<\/i> dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772686\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772686<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">van Harmelen, Mark (08-2006). Personal Learning Environments. Actas da&nbsp;<i>Sixth International Conference on Advanced Learning Technologies<\/i> (ICALT&#8217;06), Agosto 2006. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/octette.cs.man.ac.uk\/%7Emark\/docs\/MvH_PLEs_ICALT.pdf\">http:\/\/octette.cs.man.ac.uk\/~mark\/docs\/MvH_PLEs_ICALT.pdf<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/221423363_Personal_Learning_Environments\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson, Scott; Griffiths, Dai; Johnson,&nbsp;Mark; &amp; Liber, Oleg (07-2007). Preparing for disruption: developing institutional capability for decentralized education technologies. <i>Ed-Media<\/i>, Julho. Dispon\u00edvel em &nbsp;<a href=\"http:\/\/www.cetis.ac.uk\/members\/scott\/resources\/ed_media.doc\">http:\/\/www.cetis.ac.uk\/members\/scott\/resources\/ed_media.doc<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.learntechlib.org\/primary\/p\/25557\/1\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson, Scott; Beauvoir, Phil; Milligan, Colin; Sharples, Paul; Johnson, Mark; &amp; Liber, Oleg (19-09-2006). Personal Learning Environments: Challenging the dominant design of educational systems. Artigo apresentado na <i>Joint International Workshop on Professional Learning, Competence Development and Knowledge Management<\/i> (LOKMOL and L3NCD), Heraklion, Outubro 2006 Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/hdl.handle.net\/1820\/727\">http:\/\/hdl.handle.net\/1820\/727<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/41539397_Personal_Learning_Environments_Challenging_the_dominant_design_of_educational_systems\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A no\u00e7\u00e3o (ou no\u00e7\u00f5es) de Personal Learning Environment (Ambiente Pessoal de Aprendizagem) representa, de certa forma, o convergir de muitos dos aspectos que temos vindo a referir no que toca \u00e0s mudan\u00e7as sociais e culturais provocadas pelo desenvolvimento tecnol\u00f3gico, nomeadamente com a Web 2.0, e que acabam por ter, inevitavelmente, um forte impacto na educa\u00e7\u00e3o &hellip; <\/p>\n<p><a class=\"more-link btn\" href=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-1-origens-e-fundamentos\/\">Continue reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":467,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-470","page","type-page","status-publish","hentry","nodate","item-wrap"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/Pa84sl-7A","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/470","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=470"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/470\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1083,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/470\/revisions\/1083"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=470"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}