{"id":478,"date":"2018-07-31T22:39:11","date_gmt":"2018-07-31T21:39:11","guid":{"rendered":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/?page_id=478"},"modified":"2026-09-05T15:35:09","modified_gmt":"2026-09-05T14:35:09","slug":"5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/","title":{"rendered":"5.2. Defini\u00e7\u00f5es, Caracter\u00edsticas e Representa\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como \u00e9 f\u00e1cil perceber pelo exposto no ponto anterior, embora existam aspectos consensuais em torno da no\u00e7\u00e3o de PLE, regista-se uma diversidade de perspectivas e enfoques que tornam dif\u00edcil chegar a uma \u00fanica defini\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e que albergue toda essa diversidade. Desde as defini\u00e7\u00f5es convencionais, passando por estrat\u00e9gias mais descritivas do que seria um PLE, at\u00e9 \u00e0s representa\u00e7\u00f5es visuais que, melhor que as palavras, procuram exprimir esse conceito complexo e multidimensional, seleccion\u00e1mos um conjunto de perspectivas que nos parece representativo das v\u00e1rias abordagens e que, no seu todo, capta bem, em nosso entender, a ess\u00eancia deste constructo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ron Lubensky (18-12-2006) arrisca uma defini\u00e7\u00e3o tradicional:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>A Personal Learning Environment is a facility for an individual to access, aggregate, configure and manipulate digital artefacts of their ongoing learning experiences.<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para George Siemens (15-04-2007), os PLEs n\u00e3o constituem uma entidade, um objecto estrutural ou um programa inform\u00e1tico no sentido de um sistema de gest\u00e3o de conte\u00fados. Eles s\u00e3o, essencialmente,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>(\u2026) a collection of tools, brought together under the conceptual notion of openness, interoperability, and learner control. As such, they are comprised of two elements &#8211; the tools and the conceptual notions that drive how and why we select individual parts. <\/i><i>PLEs are a concept-entity. <\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;Scott Wilson, num artigo recente (04-2008), apresenta uma vis\u00e3o que, em certos aspectos, se aproxima desta:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>However, a PLE is not a piece of software. It is an environment where people and tools and communities and resources interact in a very loose kind of way. <\/i>(18)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na mesma linha parece-nos situar-se a proposta de Graham Attwell &amp; Cristina Costa (11-2008), quando afirmam que<\/p>\n\n\n\n<p class=\"rteindent2 wp-block-paragraph\"><i>Whilst PLEs may be represented as technology, including applications and services, more important is the idea of supporting individual and group based learning in multiple contexts and of promoting learner autonomy and control (\u2026)&nbsp;Personal Learning Environments offer both the framework and the technologies to integrate personal learning and working.<\/i><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Terry Anderson (26-01-2007) e Stephen Downes (05-06-2006) adoptam abordagens mais descritivas. Procurando responder \u00e0 quest\u00e3o sobre o que \u00e9 um PLE, Anderson avan\u00e7a uma defini\u00e7\u00e3o breve \u2013 \u201cA PLE is a web&nbsp;interface into the owners\u2019 digital environment\u201d (26-01-2007) \u2013 para tentar, em seguida, enumerar os aspectos que, em seu entender, constituem um PLE:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>funcionalidades de gest\u00e3o de conte\u00fados, integrando interesses pessoais e profissionais (relativos \u00e0s aprendizagens formais e informais);<\/li>\n\n\n\n<li>um sistema de perfis\u00a0para estabelecer conex\u00f5es;<\/li>\n\n\n\n<li>um espa\u00e7o de trabalho simultaneamente colaborativo e individual;<\/li>\n\n\n\n<li>um sistema de comunica\u00e7\u00f5es multi-formato;<\/li>\n\n\n\n<li>todas estas funcionalidades ligadas atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de <i>feeds<\/i> distribu\u00eddas e sindicadas (<i>a series of syndicated and distributed feeds<\/i>).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta abordagem, segundo o autor (op. cit.), valoriza e aproveita o input do aprendente; protege e valoriza a identidade; respeita a propriedade acad\u00e9mica; \u00e9 centrada na <i>Net<\/i>; suporta diversos n\u00edveis de socializa\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o e aprendizagem; suporta comunidades de inquiri\u00e7\u00e3o (<i>communities of inquiry<\/i>) entre e dentro das disciplinas, programas, institui\u00e7\u00f5es e contextos individuais de aprendizagem. Atrav\u00e9s do PLE, o aprendente liga o seu ambiente ao das institui\u00e7\u00f5es educativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Stephen Downes, que n\u00e3o gosta particularmente de defini\u00e7\u00f5es[1], afirma que &#8220;[t]he PLE is an approach not an application&#8221; (05-06-2006), perspectiva que constitui uma das abordagens mais relevantes na conceptualiza\u00e7\u00e3o dos PLEs. Para este autor, a quest\u00e3o fundamental na aprendizagem n\u00e3o \u00e9 a motiva\u00e7\u00e3o, mas sim o sentimento de posse (<i>ownership<\/i>) que o indiv\u00edduo experimenta quando a aprendizagem \u00e9 centrada nos seus interesses e necessidades e, de certa forma, lhe pertence (05-06-2006; 18-04-2007; 25-09-2007). Essa aprendizagem imersiva (aprender fazendo) e conectada ocorre atrav\u00e9s da pr\u00e1tica e do di\u00e1logo e interac\u00e7\u00e3o com os outros, em redes que s\u00e3o, elas mesmas, conectadas, interactivas e abertas (n\u00e3o integradas), segundo um modelo de \u201csmall pieces, loosely joined\u201d em que o indiv\u00edduo constr\u00f3i o seu pr\u00f3prio espa\u00e7o de aprendizagem (25-09-2008). Downes procura captar esta din\u00e2mica de liberdade, identidade, modela\u00e7\u00e3o, demonstra\u00e7\u00e3o, pr\u00e1tica e reflex\u00e3o na ilustra\u00e7\u00e3o que se apresenta em seguida.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"378\" height=\"239\" data-attachment-id=\"481\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/fig_8_elearning20\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_8_elearning20.png\" data-orig-size=\"378,239\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"fig_8_elearning20\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_8_elearning20.png\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_8_elearning20.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-481\" style=\"aspect-ratio:1.5815899581589958;width:378px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_8_elearning20.png 378w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/fig_8_elearning20-300x190.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 378px) 100vw, 378px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Fig. 8 \u2013 e-Learning 2.0 in Development. Stephen Downes (25-09-2007: Slide 71). <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Milligan et. al. (2006), em <i>Developing a reference model to describe the personal learning environment<\/i>, recolhem algumas das visualiza\u00e7\u00f5es mais interessantes do conceito de PLE[2]. A ilustra\u00e7\u00e3o considerada fundadora neste dom\u00ednio, e que serviria de base a muitas reelabora\u00e7\u00f5es por parte de outros, pertence a Scott Wilson e \u00e9 anterior ao projecto do CETIS, tendo sido incorporado em v\u00e1rios aspectos do modelo de refer\u00eancia e dos prot\u00f3tipos desenvolvidos por esta equipa. Denominado \u201cFuture VLE\u201d (note-se a designa\u00e7\u00e3o ainda dependente do modelo dominante na altura em termos de ambientes de aprendizagem online), procura dar uma ideia da posi\u00e7\u00e3o relativa entre os v\u00e1rios elementos (agentes, servi\u00e7os, ferramentas) mas permitindo, ao mesmo tempo, alguma variedade de interpreta\u00e7\u00f5es, por n\u00e3o incluir um n\u00edvel muito grande de detalhe.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"769\" height=\"585\" data-attachment-id=\"482\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/wilson_ple\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE.png\" data-orig-size=\"769,585\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Wilson_PLE\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE.png\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-482\" style=\"aspect-ratio:1.3145299145299145;width:769px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE.png 769w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE-300x228.png 300w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE-768x584.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Fig. 9 \u2013 Future VLE &#8211; The Visual Version. Scott Wilson (25-05-2005).&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diagrama conceptual proposto por Dave Tosh, um dos criadores da plataforma Elgg[3], segue na mesma linha de Scott Wilson. Aqui o centro \u00e9 o <i>software<\/i> que desenvolveu com Ben Werdmuller, que oferece um ambiente para a reflex\u00e3o (atrav\u00e9s dos blogues) e de comunica\u00e7\u00e3o com pares (facilitada pela norma FOAF[4]). Com um reposit\u00f3rio de conte\u00fados e ferramentas para gerir recursos, esta <i>Personal Learning Landscape<\/i> aproxima-se bastante do conceito nuclear de PLE.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"964\" height=\"638\" data-attachment-id=\"483\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/davetosh_ple\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE.png\" data-orig-size=\"964,638\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"DaveTosh_PLE\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE.png\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-483\" style=\"aspect-ratio:1.5109717868338557;width:964px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE.png 964w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE-300x199.png 300w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/DaveTosh_PLE-768x508.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 964px) 100vw, 964px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&nbsp;<em>Fig. 10 \u2013 Elgg \u2013 a personal learning landscape. Dave Tosh (09-2005). <\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra das visualiza\u00e7\u00f5es interessantes apresentadas por Milligan et al. (op. cit.) \u00e9 a proposta por Jeremy&nbsp;Hiebert em 2006. Influenciado pelos modelos de Scott Wilson e James Farmer, Hiebert centra a sua aten\u00e7\u00e3o nos processos que o PLE suporta, em vez de o fazer na arquitectura da rede em que o aprendente participa. Os processos que comp\u00f5em a caixa de ferramentas (<i>toolkit<\/i>) do aprendente s\u00e3o Coligir, Conectar, Reflectir e Publicar. Segundo Milligan et al. (op. cit.), este modelo \u00e9 muito similar ao de uma vers\u00e3o inicial do modelo de refer\u00eancia do PLE, que se organizava em torno das no\u00e7\u00f5es de Coligir, Conectar e Criar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"484\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/jeremy_hiebert_2006\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/jeremy_hiebert_2006.png\" data-orig-size=\"766,592\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"jeremy_hiebert_2006\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/jeremy_hiebert_2006.png\" class=\"alignnone size-full wp-image-484\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/jeremy_hiebert_2006.png\" alt=\"\" width=\"766\" height=\"592\" srcset=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/jeremy_hiebert_2006.png 766w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/jeremy_hiebert_2006-300x232.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 766px) 100vw, 766px\" \/><br>\n<em>Fig. 11 \u2013 Jeremy Hiebert (2006). Personal Learning Environment. In Milligan et al. (2006: 7).&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 vis\u00edvel neste diagrama de Hiebert o requisito b\u00e1sico de funcionalidades de comunica\u00e7\u00e3o biun\u00edvoca sim\u00e9tricas (ou menos assim\u00e9tricas). A utiliza\u00e7\u00e3o de uma dimens\u00e3o temporal tamb\u00e9m \u00e9 considerada interessante por Milligan et al. (op. cit.), tendo sido identificada no Prot\u00f3tipo como um conjunto muito relevante de fun\u00e7\u00f5es, para arquivar actividades passadas e para identificar novas actividades.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da an\u00e1lise que realizaram destes e outros modelos, Milligan et al. (op. cit.) detectaram algumas caracter\u00edsticas comuns que, segundo eles, est\u00e3o tamb\u00e9m presentes no modelo de refer\u00eancia desenvolvido pela sua equipa (CETIS\/Universidade de Bolton):<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><i>feeds<\/i> para coligir recursos e outros dados (permitem recolher uma grande heterogeneidade de recursos de uma grande variedade de fontes);<\/li>\n\n\n\n<li>canais para partilha e publica\u00e7\u00e3o (espera-se que o aprendente seja um contribuinte activo);<\/li>\n\n\n\n<li>servi\u00e7os para interagir com institui\u00e7\u00f5es (a fronteira entre indiv\u00edduos e institui\u00e7\u00f5es \u00e9 mediada atrav\u00e9s de servi\u00e7os nas fronteiras das institui\u00e7\u00f5es);<\/li>\n\n\n\n<li>gest\u00e3o pessoal da informa\u00e7\u00e3o (a forma\u00e7\u00e3o de conex\u00f5es entre as actividades, os recursos e as pessoas \u00e9 vista como um processo importante para o aprendente, talvez reflectindo nesse aspecto a influ\u00eancia do conectivismo);<\/li>\n\n\n\n<li>a ambiguidade dos pap\u00e9is do professor e do aprendente (todos os modelos s\u00e3o claramente centrados no aprendente e omitem refer\u00eancias ao papel do professor, parecendo subentender que os pap\u00e9is de ambos podem ser intermut\u00e1veis e que as ferramentas podem, e talvez devam, ser as mesmas).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Scott Wilson proporia, em <i>PLEs and the Institution<\/i> (13-11-2007), um novo diagrama\/modelo destinado a ultrapassar uma s\u00e9rie de dificuldades nas rela\u00e7\u00f5es entre o PLE e os sistemas institucionais. Para Graham Attwell (03-01-2008), o facto de Wilson propor um espa\u00e7o de coordena\u00e7\u00e3o simples e com uma estrutura leve, separado do espa\u00e7o que designa como \u201cregulat\u00f3rio\u201d, permitir\u00e1 \u00e0s institui\u00e7\u00f5es gerir os aspectos de natureza mais burocr\u00e1tica e administrativa e aos aprendentes usar as suas pr\u00f3prias ferramentas nos seus pr\u00f3prios ambientes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"847\" height=\"688\" data-attachment-id=\"485\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/wilson_ple_and_institution\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution.png\" data-orig-size=\"847,688\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Wilson_PLE_and_institution\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution.png\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-485\" style=\"aspect-ratio:1.2311046511627908;width:847px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution.png 847w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution-300x244.png 300w, https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/Wilson_PLE_and_institution-768x624.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Fig. 12 \u2013 PLEs and the institution. Scott Wilson (13-11-2007).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O \u00faltimo exemplo que inclu\u00edmos \u00e9 da autoria de Scott Leslie (18-06-08), n\u00e3o s\u00f3 porque tem dedicado ampla reflex\u00e3o a este assunto (mant\u00e9m, como referimos, um wiki com todas as representa\u00e7\u00f5es visuais de PLEs), mas tamb\u00e9m porque, sendo relativamente recente, integra j\u00e1 novas ferramentas e conceitos entretanto surgidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com Leslie (op. cit.), &nbsp;este exerc\u00edcio de recolha de diagramas de PLEs permitiu-lhe identificar tr\u00eas eixos segundo os quais as pessoas organizam as suas visualiza\u00e7\u00f5es: por ferramentas, por usos e por pessoas. Foi, pois, nesse sentido que procurou captar, na visualiza\u00e7\u00e3o que prop\u00f5e, estes tr\u00eas elementos no seu PLE, dando ainda algumas explica\u00e7\u00f5es adicionais:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1200\" height=\"897\" data-attachment-id=\"486\" data-permalink=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/parte2\/capitulo5\/5-2-definicoes-caracteristicas-e-representacoes\/scott_leslie_ple_diagram\/\" data-orig-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/scott_leslie_ple_diagram.gif\" data-orig-size=\"1200,897\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"scott_leslie_ple_diagram\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/scott_leslie_ple_diagram-1024x765.gif\" src=\"https:\/\/josemota.pt\/aprendernarede\/wp-content\/uploads\/scott_leslie_ple_diagram.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-486\" style=\"aspect-ratio:1.3377926421404682;width:1200px;height:auto\"\/><\/figure>\n\n\n\n<div align=\"left\">\n<p style=\"padding-left: 60px;\">Fig. 13 \u2013 My Own PLE Illustration. Scott Leslie (18-06-2008).<\/p>\n<ul>\n<li>os c\u00edrculos que se estendem para fora a partir do centro representam n\u00edveis diferentes de confian\u00e7a\/rela\u00e7\u00e3o; as suas linhas s\u00e3o propositadamente tracejadas, pois trata-se de um elemento que n\u00e3o \u00e9 fixo \u2013 as rela\u00e7\u00f5es mudam, aprofunda-se o conhecimento de certas pessoas, etc.;<\/li>\n<li>as setas apontando nos dois sentidos procuram exprimir o fluxo de informa\u00e7\u00e3o e de aprendizagem, que n\u00e3o \u00e9 de sentido \u00fanico numa \u201c\u00abread\/write\u00bb participatory web\u201d (op. cit.).<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Notas<\/strong><\/h3>\n<p>[1]\u201cI don\u2019t do definitions\u201d (Stephen Downes, Groups vs Networks: The Class Struggle Continues, 27-09-2006).<\/p>\n<p>[2] Para consultar uma recolha exaustiva das v\u00e1rias representa\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas do conceito de PLE, visitar <i>A Collection of PLE diagrams<\/i> em <a href=\"http:\/\/edtechpost.wikispaces.com\/PLE+Diagrams\">http:\/\/edtechpost.wikispaces.com\/PLE+Diagrams<\/a>, um wiki mantido por Scott Leslie.<\/p>\n<p>[3] Software (plataforma) open source desenvolvido por Dave Tosh e Ben Werdmuller que permite a constru\u00e7\u00e3o de uma rede social. Come\u00e7ou como um projecto de e-portf\u00f3lio, evoluiu para a no\u00e7\u00e3o de \u201clearning landscape\u201d e acabou por corporizar uma vis\u00e3o poss\u00edvel do PLE enquanto um conjunto de ferramentas integradas (blogue, perfil, rss, partilha de ficheiros, permiss\u00f5es finas, grupos, etc.) com grande controlo por parte do utilizador. Site oficial em <a href=\"http:\/\/elgg.org\/\">http:\/\/elgg.org\/<\/a>.<\/p>\n<p>[4] FOAF \u00e9 um acr\u00f3nimo para <i>Friend of a Friend<\/i>. Trata-se de uma conceptualiza\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o de dados, leg\u00edvel por m\u00e1quinas, que visa descrever pessoas, as suas actividades (o que criam e fazem) e as suas rela\u00e7\u00f5es com outras pessoas e com objectos. Mais informa\u00e7\u00e3o sobre este projecto em <a href=\"http:\/\/www.foaf-project.org\/\">http:\/\/www.foaf-project.org\/<\/a>. \u00c9 algo de muito relevante actualmente, como pode inferir-se por esta afirma\u00e7\u00e3o de Tim Berners-Lee (21-11-2007): \u201cI express my network in a FOAF file, and that is a start of the revolution.&#8221;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Anderson, Terry (26-01-2007). Personalized learning Systems and you. <i>PLE Conference<\/i>. Universidade de Manitoba. Slides dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/www.umanitoba.ca\/learning_technologies\/plesymposium\/PersonalizedlearningSystemsandyou.ppt\">http:\/\/www.umanitoba.ca\/learning_technologies\/plesymposium\/PersonalizedlearningSystemsandyou.ppt<\/a> [acedido em 15-12-2008] e v\u00eddeo dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/media.cc.umanitoba.ca:8080\/ramgen\/academic_support\/ltc\/ple\/keynote.rm\">http:\/\/media.cc.umanitoba.ca:8080\/ramgen\/academic_support\/ltc\/ple\/keynote.rm<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/youtu.be\/NbL0EdpOaLg?si=h4ZsJ3PzBfY-i7v-\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Attwell, Graham &amp; Costa, Cristina (11-2008). Integrating personal learning and working environments. <i>Pontydysgu &#8211; Bridge to Learning<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.pontydysgu.org\/research\/working-and-learning\/\">http:\/\/www.pontydysgu.org\/research\/working-and-learning\/<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/strathprints.strath.ac.uk\/43308\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (25-09-2008) Personal Learning Environments. Apresenta\u00e7\u00e3o na confer\u00eancia <i>Brandon Hall Innovations in Learning 2008<\/i>, San Jose, California. V\u00eddeo e slides dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/198\">http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/198<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (25-09-2007). e-Learning 2.0 in development. Apresenta\u00e7\u00e3o na confer\u00eancia <i>Brandon Hall Research Innovations in Learning 2007<\/i>, San Jose, California. \u00c1udio e slides dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/149\">http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/149<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (18-04-2007). The Future of Online Learning and Personal Learning Environments. Comunica\u00e7\u00e3o apresentada no <i>Congreso Internacional de e-Learning<\/i>, Bogota, Col\u00f4mbia. \u00c1udio e slides dispon\u00edveis em <a href=\"https:\/\/www.downes.ca\/presentation\/46\">https:\/\/www.downes.ca\/presentation\/46<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Downes, Stephen (05-06-2006). The Students Own Education. Comunica\u00e7\u00e3o apresentada na Open University: Milton Keynes, UK. Slides dispon\u00edveis em&nbsp;&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/82\">http:\/\/www.downes.ca\/presentation\/82<\/a>. V\u00eddeo dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/stadium.open.ac.uk\/stadia\/preview.php?s=29&amp;whichevent=798\">http:\/\/stadium.open.ac.uk\/stadia\/preview.php?s=29&amp;whichevent=798<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Leslie, Scott (18-06-08). Revised PLE Images Collection &amp; My Own PLE Illustration. <i>EdTechPost<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.edtechpost.ca\/wordpress\/%202008\/06\/18\/my-ple-diagram\/\">http:\/\/www.edtechpost.ca\/wordpress\/ 2008\/06\/18\/my-ple-diagram\/<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lubensky, Ron (18-12-2006). The present and future of Personal Learning Environments (PLE).<i> eLearning &amp; Deliberative Moments<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/members.optusnet.com.au\/rlubensky\/2006\/12\/present-and-future-of-personal-learning.html\">http:\/\/members.optusnet.com.au\/rlubensky\/2006\/12\/present-and-future-of-personal-learning.html<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20090106234226\/http:\/\/members.optusnet.com.au\/rlubensky\/2006\/12\/present-and-future-of-personal-learning.html\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Milligan, Colin; Beauvoir, Phil; \u00a0Johnson, Mark; Sharples, Paul; Wilson, Scott; &amp; Liber, Oleg. (2006). Developing a reference model to describe the personal learning environment. In <i>First European Conference on Technology Enhanced Learning<\/i>, EC-TEL 2006 Creta, Gr\u00e9cia. Berlin \/ Heidelberg: Springer-Verlag. Informa\u00e7\u00e3o e <i>abstract<\/i> dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/www.springerlink.com\/content\/u04836n0460j2678\/\">http:\/\/www.springerlink.com\/content\/u04836n0460j2678\/<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/link.springer.com\/chapter\/10.1007\/11876663_44\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>. Download em <a href=\"http:\/\/www.box.net\/public\/nuc1azcray\">http:\/\/www.box.net\/public\/nuc1azcray<\/a> [15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/221549636_Developing_a_Reference_Model_to_Describe_the_Personal_Learning_Environment\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Siemens, George (15-04-2007). PLEs &#8211; I Acronym, Therefore I Exist. <i>elearnspace<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/www.elearnspace.org\/blog\/2007\/04\/15\/ples-i-acronym-therefore-i-exist\/\">http:\/\/www.elearnspace.org\/blogue\/2007\/04\/15\/ples-i-acronym-therefore-i-exist\/<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20081202172553\/http:\/\/www.elearnspace.org\/blog\/2007\/04\/15\/ples-i-acronym-therefore-i-exist\/\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tosh, Dave (09-2005). Elgg \u2013 a personal learning landscape. <i>TESL-EJ<\/i>, 9 (2), Setembro. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/tesl-ej.org\/ej34\/m1.html\">http:\/\/tesl-ej.org\/ej34\/m1.html<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson, Scott. (04-2008). Patterns of Personal Learning Environments. <i>Interactive Learning Environments<\/i>,16(1), 17 \u2014 34. Informa\u00e7\u00e3o e <i>abstract<\/i> dispon\u00edveis em <a href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772660\">http:\/\/dx.doi.org\/10.1080\/10494820701772660<\/a> [acedido em 15-12-2008].<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson, Scott (13-11-2007). PLEs and the institution. <i>Scott&#8217;s Workblog<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20071113120959\">http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20071113120959<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20080526071919\/http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20071113120959\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wilson, Scott (25-05-2005). Future VLE &#8211; The Visual Version. <i>Scott\u2019s Workblog<\/i>. Dispon\u00edvel em <a href=\"http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20050125170206\">http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20050125170206<\/a> [acedido em 15-12-2008]. <a href=\"https:\/\/web.archive.org\/web\/20081215162809\/http:\/\/zope.cetis.ac.uk\/members\/scott\/blogview?entry=20050125170206\">Liga\u00e7\u00e3o atualizada 07-09-2026<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como \u00e9 f\u00e1cil perceber pelo exposto no ponto anterior, embora existam aspectos consensuais em torno da no\u00e7\u00e3o de PLE, regista-se uma diversidade de perspectivas e enfoques que tornam dif\u00edcil chegar a uma \u00fanica defini\u00e7\u00e3o est\u00e1vel e que albergue toda essa diversidade. 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